Cronica.
O Cheiro da maçã me acordou, tão madura!
Um papel sedoso azul não conseguia envolve-la.
Distraído com seu peso, um tilintar intermitente me espantou,
foi um Bond que se aproximou.
São Paulo de tantos barulhos e ternos.
O tempo passou e na Luz o trem parou, vamos rumo ao Jabaguara, na saúde chegamos de metro.
Quem me dera hoje àquela vermelha cor envolvendo um céu do interior, da antiga fruta a mesma cor.
Eu me mudei o mundo mudou,mas só eu sou tão o mesmo, que nem mesmo a maçã mudou.
Kiko Pardini.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
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